quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Leviatã - O Poderoso Monstro Marinho

A série Supernatural tem sido responsável por atiçar a curiosidade de muita gente em busca de informações sobre monstros em geral. A bola da vez agora é o Leviatã (Leviathan).



Na série, o Leviatã não é uma entidade e sim uma raça de Bestas antigas que foram aprisionadas no purgatório ha milênios. Elas seriam a primeira criação de Deus (O Cara não tava muito inspirado).

Como achou que os troços não ficaram legais, o Todo Poderoso resolveu aprisioná-los longe das suas próximas criações. Tanto que nem os anjos lembravam da sua existência. Pra que estalar os dedos e fazer tudo sumir se Ele pode encarcerar as criaturinhas por toda a eternidade em sofrimento eterno? Assim é o nosso Deus!

Enfim, a inspiração para esse capítulo da série veio da própria Bíblia. Nela o Leviatã é bem diferente e se apresenta como um poderoso monstro marinho maior que tudo que já foi visto. No Livro de Jó,  entre os capítulos 40 e 41, o Leviatã é descrito pelo próprio Deus como uma enorme criatura de grande força, cuja própria contemplação seria suficiente para derrubar qualquer homem.



Ele possui escamas resistentes e tão unidas que nem o vento passa entre elas. Sua boca cheia de dentes, cospe fogo e brasa. Suas narinas expelem fumaça. Seus músculos são tão duros que nem se movem e seu coração é pedra. Sua pele é impenetrável. Nem espada, lança flecha ou dardo pode cortar. (Isso por que na época não existia facas Ginsu!). A água do mar ao seu redor ferve como em uma panela.

A descrição bíblica do Leviatã foi responsável pelo pavor de muitos marinheiros em encarar o mar aberto e boa parte dos mapas antigos eram repletos de ilustrações desses monstros. Como a descrição de Deus não foi precisa, muitos tentavam imaginá-lo como um crocodilo, um polvo ou uma serpente.



A Bíblia também cita outra criatura chamada de Behemot ( Bahamut). Esse seria um monstro gigantesco terrestre. Pela tradição judaica, um dia Deus solicitará que o Bahamut enfrente o Leviatã. Nessa batalha o Bahamut vencerá, mas não resistirá aos ferimentos e também morrerá. É a forma que Deus encontra pra acabar com as criaturas sem ter que sujar as próprias mãos.



Curiosidades:


  • Em hebraico o termo é  liwjathan, que significa "animal que se enrrosca". 

  • O cientista político Thomas Hobes, em sua obra, faz uma comparação entre o poder do governo e um Leviatã.

A VERDADEIRA HISTORIA DE KATRIN MALEN


Indonésia 1948

Após uma intensa reforma, o hospital infantil de Santem, iria ser reaberto. Passou por um forte incêndio no ano anterior, cujas causas até hoje são desconhecidas.
Kur Hants um conceituado fotógrafo alemão, entrou sozinho no prédio para registrar as mudanças do local e fazer uma matéria sobre a renovação do prédio após a tragédia.

Caminhou por vários andares, mas ao chegar ao último sentiu algo estranho, estava frio e sentia como se algo o observasse, mesmo com maus pressentimentos continuou seu trabalho.

Ao focar sua câmera para uma das portas que davam acesso à ala psiquiátrica, notou uma mancha na lente da câmera, ao limpá-la percebeu que não havia nada ali.

Ele movimentava seu equipamento, e a sombra parecia imóvel. Kur nunca havia passado por isso, pensou se tratar de alguma brincadeira, continuou a fotografar. Quando estranhos barulhos, que se assemelhavam de uma menina se debatendo contra a porta, começaram a ficar intensos, Kur correu pensando ser alguém em apuros.

Kur abriu a porta, algo violentamente atravessou seu peito, perfurando seu coração. A câmera caiu e por muita sorte não se danificou.


Cidade de Santem 1946

Enila, Ceron e Katrin, formavam uma família feliz, moravam em um humilde sítio, que com o avanço da cidade estava ficando cada vez menor e a situação financeira deles ficava cada vez pior.

Katrin gostava muito de seus pais, era uma menina encantadora de apenas 11 anos. Brincava sempre sozinha com os poucos animais da fazenda.
 

Enila era uma mulher muito justa e batalhadora, sempre conseguiu manter o equilíbrio na casa, mesmo passando por tantas dificuldades.

Depois de alguns meses a situação começou a se complicar, era época de seca, as plantações estavam morrendo e a única solução encontrada por Ceron foi vender um de seus cavalos.

Era uma tarde nublada Ceron amarrou o animal numa carroça, consigo levou algumas armas e pólvora para tentar vender no mercado da cidade.

Katrin pede para que ele traga uma boneca que ela tanta desejava, pois seu aniversário estava muito próximo. Muito triste e com pena de sua filha ele diz que irá tentar realizar o sonho da menina.
Várias horas se passaram, começou a trovejar, Ceron retornava para sua casa. Conseguiu vender apenas o cavalo, não achou comprador para o restante do material que levava.

Katrin avista seu pai, vindo pela estrada, muito contente e aguardando ansiosa por seu presente, corre e avisa sua mãe.

As duas aguardam na porta da residência, quando um forte raio cai pelas redondezas, o som do trovão foi tão forte que fez com que o cavalo se assustasse. Ceron perdeu controle das rédias, em pânico o animal tenta fugir, mas continuava preso à carroça.

Katrin e sua mãe tentaram correr para ajudar, mas a carroça vira, uma pequena faísca é produzida, acidentalmente a pólvora se espalha, causando assim uma enorme explosão.

Ceron gritava muito, seus pedidos de ajuda podiam ser ouvidos à distância. Mãe e filha nada puderam fazer a não ser assistir a morte dele.

Alguns objetos que estavam na carroça foram arremessados com a explosão, dentre eles estava a boneca que Katrin tanto desejava. Intacta, a menina encontra e abraçada ao seu novo brinquedo fica paralisada e parecia não acreditar que havia perdido seu tão amado pai.
 

As chamas arderam por mais de uma hora e se alastraram pelo capim seco, muitas pessoas tentaram ajudar. Nada se salvou a não ser a casa onde elas moravam.

Depois de algum tempo, Enila recebeu uma proposta de venda daquele local onde queriam construir um grande hospital. Sem pensar muito aceitou.

Compraram uma casa no centro de Santem e com o restante do dinheiro poderiam viver sossegadas, já que aquele local era muito valioso.

Após a morte de seu pai Katrin passou a ser uma menina triste e ainda mais solitária, pois pouco falava e nunca mais se separou do ultimo presente que recebeu dele.

Apenas um cachorro foi levado para a casa nova. A mudança foi difícil para as duas, Katrin sofreu aos prantos entrou em sua nova moradia.

Desde então seus trajes passaram a ser pretos, se fechou para o mundo. Renegou toda a ajuda que lhe foi oferecida.

Enila preocupava-se e seu único consolo era pensar que tudo aquilo não passava de uma difícil fase.

Um ano depois...
Katrin, nunca saia de casa, isto fez com que sua pele ficasse extremamente clara e pálida.

Todas as noites, Enila escutava Katrin conversar com alguém e ao espiar constatava que ela tinha a boneca como melhor amiga.

Numa noite, algo de estranho aconteceu, Katrin chorava muito e chamava por seu pai. Pensando em se tratar apenas de mais um sonho, Enila corre para ver o que estava acontecendo. Assustou-se ao encontrar a boneca suja de sangue, Katrin continuava a gritar, sua mãe a acalma e depois a questiona sobre a boneca, sem obter nenhuma resposta recolhe o brinquedo de sua filha e vai para fora tentar limpar.

Quando abriu a porta dos fundos, encontrou o cachorro morto, seu peito perfurado e com um vazio no local do coração.

Enila ficou apavorada com a cena, num primeiro momento pensou ter sido obra de algum assaltante ou pessoa mal intencionada.

Katrin acalma-se e vai dormir.

Devido ao susto, Enila nem se importa com a boneca suja, limpa e devolve para sua filha.

A notícia se espalhou e todos pensavam ser algum maníaco rondando a vizinhança.

Desde este dia a vida das duas tornou-se atormentadora, noite após noite, acontecimentos estranhos começaram a ocorrer na humilde casa.

Armários abriam misteriosamente, objetos desapareciam e sons estranhos deixavam o ambiente aterrorizante.

Enila não sabia mais o que fazer, sua única saída foi pedir para que sua irmã e sobrinha viessem ficar por um tempo na casa delas, pois com mais pessoas elas ficariam seguras.

Por dois meses a situação ficou calma.

O ano já era início do ano de 1947, o novo hospital da cidade iria inaugurar, muita expectativa rondava aquele povo, pois grande tecnologia foi utilizada naquele local.

Katrin continuava sendo a mesma menina calada e séria de sempre, nunca havia falado mais do que duas palavras com sua prima Malina, que tinha a mesma idade.


Malina sempre quis brincar com a boneca de Katrin, mas sempre foi rejeitada por ela.

Num domingo, todas vão dormir logo cedo. No meio da noite Enila sente um cheiro de fumaça, se levanta e depara-se com sua cozinha em chamas. Todos os vizinhos acordam e correm para ajudá-la.

Próximo a porta de saída encontram a boneca de Katrin, levemente queimada, mas sem grandes estragos. Enila estranha e decide jogar o brinquedo fora.

Após passar o susto, todos voltam a dormir.

No dia seguinte, Enila encontra Katrin dormindo com a boneca que ela tinha jogado fora.

Enila cala-se e começa a desconfiar de sua filha, pois ela era perturbada e misteriosa.

Em um dia que Katrin estava em outro cômodo da casa, Malina pega a boneca de sua prima e começa a brincar. Katrin retorna e encontra sua prima com a boneca. Revoltada, pela primeira diz uma única frase. "- Você irá se arrepender por isso!"

Malina solta o brinquedo e vai de encontro à sua mãe.

Naquela noite daquele mesmo dia, novos acontecimentos estranhos tiveram início desta vez quem gritava muito era Malina que dormia no mesmo quarto que Katrin.

Enila e sua irmã correm para ver o que estava acontecendo. O choque foi grande ao ver Malina morta e também com um buraco em seu peito. O olhar de Katrin era intenso, ficou parada em pé com a boneca em sua mão direita olhando para o corpo da menina. Suas mãos estavam sujas de sangue assim como a boneca.

Enila não conseguia acreditar que sua filha havia matado sua própria prima. Espanca a menina, que não teve nenhuma reação.

Katrin permaneceu dois meses acorrentada na cama, até que o novo hospital fosse aberto ao público.

A mãe de Malina foi embora e nunca mais deu qualquer notícia.

Enila chorava muito, mas internar Katrin era a única solução. A boneca foi mais uma vez retirada das mãos da menina.

Já internada no hospital, Katrin recusava-se a usar as roupas dos internos e continuava com seus trajes pretos.

Mais um mês se passou. Katrin estava piorando a cada dia, queria de qualquer forma sua boneca de volta. Os médicos acharam melhor que ela tivesse seu desejo realizado.

Enila assim o fez, no dia da visita quis entregar pessoalmente e ficar a sós com ela.

Depois de uma hora, os médicos acharam estranho o silêncio e a demora, abriram a porta da sala: Katrin havia matado sua própria mãe e com as próprias unhas arrancou seu coração e comia como se fosse um saboroso doce.

Os médicos ficaram abismados com o que viram. Katrin foi novamente amarrada e sedada.

A notícia se espalhou, todos na cidade temiam a menina e principalmente sua boneca, pois muitos acreditavam ser um objeto amaldiçoado.

Mais dois meses se passou, a aparência de Katrin era horrível, com muitas olheiras, cabelos negros e compridos.

Os médicos e enfermeiras a temiam, eram poucos os que chegavam perto dela.

Toda a equipe achou por bem retirar novamente a boneca de suas mãos. Neste dia a situação se complicou. Katrin dava gritos, e negava-se a entregar seu brinquedo.

Mesmo lutando, a boneca foi levada para o incinerador. No exato momento em que foi jogada no fogo o prédio do hospital também começa a arder em chamas.

Em segundos o fogo se alastrou, a ala das crianças foi atingida, ninguém conseguiu fazer nada. Centenas de pessoas morreram naquele dia.

Katrin também foi carbonizada, poucos se salvaram.

Mesmo com a grande tragédia, muitos se alegraram ao saber que Katrin havia morrido, pois assim davam por encerrada as ações macabras daquela menina.
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Um amigo de Kur, estranha a demora de seu amigo, ao procurar por todos os andares do hospital, encontra sua câmera caída e logo em seguida seu corpo, com uma grande perfuração no peito.
As fotos de Kur são reveladas, mas o temor foi enorme ao constatarem a presença de uma menina vestida de preto na foto. Muitos estudiosos se interessaram pelo assunto e acabaram loucos e internados em clínicas e hospitais onde juram ver a mesma menina da foto.

Os moradores de Santem, afirmam que o espírito de Katrin ainda vive. A ala onde ela foi internada acabou sendo desativada.


A lenda de Katrin espalhou-se pelo mundo, sua foto foi julgada como montagem e a verdadeira história desapareceu com o passar dos anos.

O único mistério não revelado e nunca descoberto, foi o poder que sua boneca exercia, mas ela nunca passou de um simples brinquedo. Katrin era má e a morte de seu pai fez com que nela brotasse poderes psíquicos que eram capazes de alterar o curso natural da vida.

Seu espírito permanece imortalizado em sua única foto, Katrin ainda vive na mente das pessoas que a observam por muito tempo.

Vulto

Shadow personBom Isso aconteceu a uns 2 meses atrás,
Acordei pela manhã ouvindo vozes altas, conversando nos pés da minha cama. Estava dormindo de barriga para baixo, tentei olhar mas não conseguia me virar. Ai bateu aquele desespero e eu tentando me virar, quando consegui virar a cabeça eu vi um vulto preto nos pés da minha cama. Aquilo falava alguma coisa, mas eu não entendia o que era, e eu fiquei assim uns 2 minutos. Depois consegui me virar e não tinha nada lá
Perguntei para minha mulher se ela tinha ouvido ou visto algo, ela falou que não. Isso me apavora pois minha mãe sempre falou que quando ela via este vulto preto algo de ruim acontecia...

Aquele dia inteiro passei mal, me sentia cansado sem ter feito nada de mais.
Acho que deve ser uma coisa da familia pois minha irmã também vê este vulto

Sobrenatural - Filme de Terror

Insidious Filme Sobrenatural Poster

Titulo: Sobrenatural
Titulo Original: Insidious

Gênero: Terror, Horror, Lugares Assombrados, Histórias Satânicas, Espíritos
Direção: James Wan
Produção: Jason Blum, Jeanette Brill, Oren Peli, Steven Schneider, Aaron Sims
Escrito Por: Leigh Whannell
Elenco Principal: Patrick Wilson, Rose Byrne, Barbara Hershey, Andrew Astor e Leigh Whannell
Duração: 100 minutos
Website: http://www.sobrenaturalofilme.com.br

Sinopse:
Depois de se mudarem para uma casa nova, Josh (Patrick Wilson) e sua esposa Renai (Rose Byrne) se vêem diante de uma situação terrível, seu filho Dalton (Ty Simpkins) entra em um estado parecido ao coma, porém os médicos não conseguem diagnosticar o problema físico da criança. Desde então Renai começa a ver misteriosas aparições. Pensado que eles haviam se mudado para uma casa mal assombrada o casal decide se mudar para outra casa com Dalton e seus outros dois filhos. As visões de Renai não param mesmo depois da mudança e logo eles descobrem a terrível verdade sobre o estado de Dalton e que a jornada para proteger e curar o menino esta apenas começando.

Comentário: 
Pelo website oficial, este filme de terror será lançado nos cinemas brasileiros dia 21 de abril de 2011. Eu recomendo altamente vocês irem conferir. A classificação aqui nos Estados Unidos é de 13 anos, por não conter violência ou cenas sensuais.

A primeira coisa que me chamou atenção sobre o filme foi o diretor, James Wan, também diretor do primeiro filme da série “Jogos Mortais” (o melhor da série em minha opinião) e de Gritos Mortais. James Wan sempre consegue criar o ambiente sombrio que deixa o expectador incomodado e inquieto durante o filme. A segunda foi uma frase que eu escutei durante o trailer do “Não é a casa que está assombrada, é seu filho”. Histórias com casas mal-assombradas são ótimas, mas tenho como tema favorito “pessoas assombradas”, pois se você se muda para uma casa mal-assombrada a solução é simples, mude-se novamente. Se a pessoa é assombrada ela não se verá livre até identificar e eliminar o problema.

Parte do Filme Sobrenatural

A história é bem inovadora, note que é muito difícil para um escritor usar elementos novos porque não há muito que se possa utilizar quando contando uma história de terror, mesmo que lembre outras histórias de outros filmes de terror, de alguma maneira essa se sobressai.

O filme é bem escuro dando um ar mais sombrio as cenas e assim como em “Gritos Mortais, os efeitos sonoros contribuem fortemente nas cenas que te fazem saltar da cadeira (e as mulheres gritarem). A história começa lenta e vai inserindo a tensão na cabeça do expectador pouco a pouco com objetos movendo, portas abrindo e fechando, sussurros, etc, quando a tensão já esta criada, as melhores partes começam. A atuação poderia ter sido melhor, porém com a verba baixa do filme seria difícil de conseguir atores excelentes.

UM CASO DE ASSOMBRAÇÃO

Foi por volta de 1979, que havia uma casa onde moramos com a minha mãe e meu irmão.
Junto com outros parentes. Durante alguns meses vivemos em um verdadeiro inferno naquela casa!!!
No começo a gente nem entendia direito o que estava se passando.
Caíam pedras em cima do telhado de nossa casa quase toda noite com muitos intervalos entre uma pedrada e outra e até altas horas...
Parecia a brincadeira sem graça de algum doente mental...
Já era tarde da noite i toda vez que você estava pegando no sono, caía uma pedrinha e rolava pelas telhas até tocar no chão.
E você parava e ficava escutando. Muinto tenso à espera da próxima pedra que iria cair...
Isso foi só o começo!!!
Logo a porta se sacudia i arranhava como se houvesse algum bicho ou um monstro querendo desesperadamente entrar.
Um tiu i o meu avô que faz tempo ja falecido resolveram que iam acabar com o que quer que fosse que estaria nos causando todo aquele tormento.
Com um cano de espingarda feito de ferro na mão, meu tio esperou meu avô abrir a porta.
Para dar uma cacetada no tal arranhador de portas.

 Mas ao abrir, qual não foi a surpresa!
Não havia ninguém na porta nem ao redor dela.
Foi o que fez com que todos nós tivéssemos a certeza de que havia algo de muito errado com aquela casa.
Logo as panelas da cozinha pareciam estar desabando todas ao mesmo tempo, fazendo um grande estardalhaço no chão!
  E a gente que era besta.
Ía lá olhar o que tinha acontecido.
I novamente, nem mesmo um garfo havia sido movido de seu lugar.
Um pé de limão que havia nos fundos da casa se chacoalhava como se estivesse em uma tremenda ventania.
I caía limão pra todo lado.
Juntamente com as folhas da planta...
Só que todos os dias a minha avó varria diligentemente aquele quintal.
I durante a noite não tinha caído nem mesmo umas poucas folhas.
A porta do banheiro rangia e depois batia. Como se o vento a estivesse movendo o tempo todo durante a noite.
Era feita de madeira e fazia um barulho engraçado: nheeeeeeck, Paff!!
E toda vez que eu fui lá fora olhar, a mardita da porta estava bem parada...
Porque estava firmemente amarrada!!
Então nem tinha condições de bater.
Nem me lembro o que foi que os vizinhos disseram sobre um velhinho ter morrido dentro daquela casa, sozinho.
Só sei que desde então ninguém mais havia tido paz para viver ali.
Até a gente arranjar outra casa levou um bom tempo.
Tempo esse que nós fomos obrigados a conviver com todos aqueles estranhos barulhos e fenômenos inexplicáveis.
Mas nunca nos ocorreu nada de mal durante os meses que moramos ali.
Não se tratava de qualquer caso de paranormalidade comum, como se poderia pensar. Nunca houve efeito fisico algum se manifestando ali dentro!!
Apenas efeitos sonoros e psicológicos nas nossas mentes.
Perdi aos poucos o medo de assombração i passei a encarar de uma outra maneira bem menos cética quando ouço contar este tipo de história.
Mas este foi só o inicio.
Porque outras duas vezes tive experiências estranhas.

Envolvendo o que a gente costuma chamar, de CASO SOBRENATURAL.
Só que isso, já é UMA OUTRA HISTÓRIA..

Tesouro macabro

A história que contarei a seguir é sobre dois amigos de infância, Pablo e José. Os dois eram mexicanos e andarilhavam em direção de San Juan, um pequeno vilarejo na província de Chiapas.
Estava chovendo muito e os cavalos já estavam inquietos. Pablo observara uma caverna em meio às árvores e exclamou: "Veja José, uma gruta seca. Vamos usá-la como abrigo até a chuva passar." José não titubeou e seguiu seu amigo até a tal gruta. Lá dentro, os dois se abrigaram e acomodaram os cavalos. A caverna era gelada e José sentiu um calafrio que percorreu sua espinha. "Vamos sair daqui Pablo, esta caverna me dá arrepios." Balbuciou José tremendo de frio e medo. "Bobagem! Lá fora podemos até morrer naquele temporal. Aqui nós estamos secos e seguros."Retrucou Pablo.
A chuva não dava nem um sinal de cessar. José estava impaciente e Pablo curioso com a caverna. "Vamos lá para o fundo, estaremos mais seguros lá." Entusiasmou-se Pablo. "Estas louco homem, podemos nos perder naquela escuridão." Protestou José. "Covarde! Vamos lá, seja homem pelo menos uma vez nessa sua vida." Ameaçou Pablo com um sorriso sarcástico. Mesmo temendo pela sua própria vida, José segue o amigo até o fundo da caverna. Pablo, indo na frente, acende um fósforo e se surpreende com o que vê. Jogado ao chão, milhares de moedas de ouro e prata e até algumas jóias que refletiam a luz do fósforo. Junto delas, um esqueleto humano. Pablo dá uma gargalhada e grita."Estamos ricos José, ou melhor, estou rico José!" Virando-se imediatamente para o amigo e apontando a garrucha diretamente para a testa dele. Pablo dá um sorriso e vê o pavor do amigo que suplica."Não Pablo, pelo amor de Deus... nós somos amig...." E um estrondo interrompe a voz de José. Com um tiro certeiro, Pablo espalha os miolos do amigo no chão... "He, he, he...agora o ouro é só meu, todo meu." Recolhendo o tesouro e colocando-o num saco, Pablo já vai até pensando no que fazer com o dinheiro.
O tempo passa e a chuva também. Com o tesouro devidamente embalado, Pablo sai da caverna sorrindo e gozando do cadáver do amigo."Pena que você não poderá se divertir com este dinheiro companheiro." Pablo coloca o saco com o tesouro no lombo do cavalo e ruma para o vilarejo. Chegando lá, ele vai diretamente para uma pensão contabilizar o seu achado. Euforicamente, Pablo sobe para o seu quarto mal podendo conter sua alegria. Já no quarto, o homem tranca a porta e joga o saco no chão. Ao abri-lo, Pablo depara-se com uma cena inesperada e pavorosa. "Não, não pode ser !!!" Agoniza o coitado. Ao invés do tesouro, ele encontrou o cadáver rígido de seu amigo José. 

Os ruídos da morte

Extraído do Livro chamado: "O Livro dos Fenômenos Estranhos" de Charles Berlitz
Os habitantes das ilhas Samoa acreditam que, quando a morte se aproxima, pancadas secas paranormais são ouvidas na casa da vítima.
Esse estranho fenômeno já foi chamado de ruídos da morte, e sua existência representa mais do que mero folclore.
Genevieve B. Miller, por exemplo, sempre ouviu esses estranhos ruídos, principalmente na infância. As pancadas ocorreram durante o verão de 1924 em Woronoco, Massachusetts, quando sua irmã, Stephanie, ficou acamada com uma doença misteriosa.
Enquanto a menina permanecia na cama, ruídos estranhos, semelhantes a batidas feitas com os dedos, ecoavam pela casa. Eles soavam de três em três, sendo que o primeiro era mais longo do que os outro dois.
Certa vez, o pai de sra. Miller ficou tão irritado com os ruídos que arrancou todas as cortinas das janelas da casa, culpando-as por aquele barulho infernal. Contudo, essa demonstração de nervosismo de pouco adiantou para terminar com aquele sofrimento.
No dia 4 de outubro, já se sabia que Stephanie estava morrendo. Quando o médico chegou, ele também ouviu as pancadas estranhas.
- O que é isso? - perguntou, voltando-se para tentar descobrir a fonte do barulho.
Quando se virou novamente para a pequena paciente, ela pronunciou suas últimas palavras e morreu. As pancadas diminuíram a atividade após a morte de Stephanie, porém nunca chegaram a parar de todo. Elas voltaram, ocasionalmente, quando a família se mudou para uma casa nova.
Então, em 1928, o irmão de Stephanie morreu afogado quando a superfíc ie congelada de um rio, sobre a qual caminhava, quebrou-se. A partir dessa época, os ruídos da morte nunca mais foram ouvidos.